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Mostrando postagens com o rótulo Acompanhado pela Noite

#090: Layla

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Uma noite sem sono. Uma comédia ruim na televisão. Chove muito lá fora. O som dos aviões decolam entram pelas minhas janelas, o que consegue dar medo até em quem não está dentro deles. Uma música repetindo na cabeça. As plantas encharcadas na janela. Alguma fome, sempre. Um monte de abas abertas no navegador, perdidas entre este blog , artigos e vídeo-aulas. Solitário ainda que acompanhado. Dias de casa são sempre dias difíceis mas as noites são ainda piores. Atividades de casa, de lavar, passar, arrumar, limpar, secar. Ir ao supermercado para ouvir música, caminhar e comprar itens perto do vencimento. Rodar cálculos e cálculos e, claro, organizar resultados.  Assistir um futebol aleatório, comer um bolo velho e trocar as cordas da guitarra. Minha relação com os tópicos da minha tese é como a com Layla . Deveria ser obrigatória em qualquer repertório, senão não se justifica nem ter uma guitarra. Sempre parece uma boa idéia aprender e investir, mas na correria e falta de di...

#089: Ainda É Cedo

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Eu ando numa vibe musical muito peculiar e vou tentar contar um pouco sobre ela hoje. Ainda não me adaptei muito a ouvir música no novo caminho (e muito mais curto!) para a Universidade e nem durante as sofridas idas à academia. Tenho mesmo ouvido mais música em casa e no trabalho, o que acaba restringindo a playlists em canções mais leves e que privelegiem a concentração. Isso tem resultado em poucas e, digamos, aleatórias aparições nesta Trilha. Não apenas isso mas uma verdadeira conjunção de fatores me trouzeram de volta às essências do rock nacional. A possibilidade (frustrada, como já foi contado antes) de passar um tempo fora do país durante o doutorado aflorou um pouco a relação sentimental com a música daqui da minha terra. As lembranças de adolescência e das primeiras músicas cantadas e tiradas no violão. A proximidade das boas letras de canções cantadas na sua própria língua (e a saudade que fazem no cenário musical atual). Poucas bandas representam t...

#044: Moon Above, Sun Below

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Apesar de não ter colocado em alguma postagem anterior, o Pale Communion  foi um dos discos que mais escutei nesse ano de 2014. Até entendo bem o motivo de não ter participado desta Trilha antes. Ocorreu por simplesmente não ter uma música favorita para escolher. Resolvi representar ele aqui com Moon Above, Sun Below  por acreditar ser mais representativa dentro do álbum, seja lá se dá para se falar em representatividade quando o assunto é Opeth . E por isso gosto tanto do Opeth . Usando as palavras do próprio Mikael Akerfeldt , não estão aqui só para dar o McLanche Feliz que os fãs imaturos do estilo esperam. Trilham seu próprio caminho e levam a música na direção que acreditam que devem fazer, independente de rótulos. Se não puder entender como o Death Metal quebrado se tornou esse Rock Progressivo alucinado é porque nunca entendeu Opeth . Quando avalio esse tipo de comportamento em áreas diferentes, como música e a ciência, consigo observar curiosas semelhanç...

#028: Stop!

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Stop!  foi a primeira música que ouvi do Bonamassa e, ironicamente, não parei mais. Ando realmente vidrado nessa música nos últimos tempos, especialmente porque cai muito bem na minha voz e daí pratico o exercício de ouvi-la cantando e tocando mentalmente. Bem, é um bom exercício para quem é músico solitário. Essa semana foi o meu aniversário. Recebi as pessoas de sempre em casa, o que foi bem divertido apesar do patético título do meu time com um gol completamente irregular do terrível Márcio Araújo em um jogo de qualidade técnica pífia, compensada por clássicos de alta qualidade no FIFA14 . Pelo lado do trabalho, bem, ninguém nem lembrou do meu aniversário. Essa semana fizemos as eleições da APGQu para o próximo ano e prossigo meu trabalho como Presidente desta bagaça, agora com mais 78 votos de apoio. E já começamos a trabalhar nisso, colocando várias ideias para funcionar em nossa página do Facebook. Da parte científica, sigo tentando fechar os trabalhos do PS...

#027: Here, There and Everywhere

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Tenho alguns momentos mais sensíveis e os Beatles certamente os trilham bem. Nesses últimos dias fomos ao show do All You Need Is Love , banda cover mais incrível que tem. Apesar de eu curtir mais a parte do show que o grande público menos aproveita, fico sempre feliz de ver esses caras. Incrivelmente, sempre acabo notando uma canção que nunca tinha dado atenção antes. Dessa vez foi Here, There and Everywhere , uma das favoritas do próprio Paul McCartney . Linda, é isso. E que raio de melodia complexa. Na UFRJ, muitas coisas também acontecem. Nosso mandato da representação chega ao fim e é hora de organizar a nova chapa e novas eleições. O trabalho do polímero PSiF-DBT com a professora Maria Luiza vai muito bem, por mais que o Alexandre sempre tenha uma ideia nova e me faça refazer os cálculos. Meus inputs gigantes para os scans das estruturas da água líquida parecem dar certo e ser o golpe final desse projeto. E o doutorado? Bem, pareço estar começando a encontrar um rum...