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Mostrando postagens de agosto, 2013

#004: The Sorcerer's Apprentice

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Como diz meu amigo Rene: "Nessa Universidade nunca sabemos como vai terminar o dia.". Tão poucas vezes isso foi tão verdade.  Pretendia terminar o interminável resumo para o SBQT mas passei o dia fazendo testes de desempenho para decidirmos as próximas máquinas adquiridas aqui no laboratório. Concluímos, basicamente, que pelo preço cobrado, pouco compensa investir em mais processadores e processadores mais rápidos em relação à quantidade de memória. Isso não é bem importante. Uma coisa realmente peculiar da minha pós-graduação é a habilidade fantástica do meu orientador discursar sobre qualquer coisa. Depois do almoço ele descobriu que um colega de laboratório é casado com uma menina que também faz mestrado, o que o levou à reclamar de como o cara é tímido. Isso o leva à como eu sou tímido também. E, naturalmente, a como o Fidel Castro é um mestre da oratória para implicar com o cubano. O que o lembrou que o Che Guevara não era e que teve um fim um tanto curioso e ...

#003: No Better Lovers

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Essa música lembra meus momentos sozinho no laboratório pela manhã.  Toca enquanto me decido se já acordei. Blindly, Lonely, Lovely é uma boa trilha para começar os dias de tempo mais frio que tem feito.  Aliás, é um grande disco. Me sinto um pouco suspeito para falar de qualquer coisa do Josh Krajcik.  É uma das minhas vozes favoritas dos dias de hoje. O disco traz todas as cores nele e gosto muito disso. Simples nas mensagens, sem comprometer a beleza das canções. Difícil demais foi escolher uma faixa e colocar aqui. Manhãs no Fundão não são tão comuns assim para quem dá aulas à noite quase a semana toda.  São gostosas, da sua forma. Talvez pela raridade. Essa semana começa oficialmente o primeiro semestre do doutorado. Começa também meu último semestre como Professor Temporário do Departamento de Físico-Química da UFRJ. Tarefa que me foi muito positiva e construtiva nos últimos semestres (ajudando até a juntar uma certa grana) mas que, de f...

#002: Sloe Gin

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No último domingo, o guitarrista norte-americo  Joe Bonamassa se apresentou pela segunda vez aqui no Rio de Janeiro.  Havia perdido a apresentação do ano passado por causa da Reunião Anual da SBQ, assim como perdi também um show do Paul McCartney anos atrás. A forma de compensar isso foi assistindo-o da primeira fila. Junto de mim, minha namorada Jessica e meu amigo Francisco, o maior fanático de Bonamassa que conheço (e que eu mesmo criei). Descobri o Joe Bonamassa bem no início do mestrado, garimpando coisas boas das listas de melhores discos do ano. No caso dele, o disco Dust Bowl estava na lista de John Petrucci . É muito difícil escolher uma única canção para representar um evento assim, mas dessa vez ficarei com Sloe Gin . Uma das minhas favoritas no disco acústico e que foi apresentada em uma versão completamente diferente (inclusive diferente da gravacão original!). Baita inspiração. Bonamassa é blues . Bonamassa é rock . Bonamassa é música....

#001: The Enemy Inside

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The Enemy Inside  foi o primeiro single do álbum auto-intitulado do Dream Theater , uma das minhas bandas favoritas. Lançado, coincidentemente, no dia da prova de inglês da seleção do doutorado (que, aliás, teve aparição do próprio Penderecki !). Ouvi pela primeira vez logo depois da prova, no próprio laboratório. É matadora do começo ao fim. John Petrucci sentando a mão no seu melhor estilo de riffs pesados e muito técnicos. O solo então é incrível. Diferente de qualquer outro que ele já tenha gravado antes.  A melodia também é muito marcante. Tem mudanças sutis nos versos e um refrão intenso, com um riff seco e quebrado ao fundo, que me lembra o maravilhoso final de Deliverance  do Opeth . Vocais sempre bem executados por James LaBrie , claro. E tem quem ainda questione a capacidade criativa dos caras... Acredito que Dream Theater fará parte da trilha sonora do início dessa pós-graduação assim como seu antecessor, A Dramatic Turn of Events , e...

[Prólogo] #000: Agony

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O processo de seleção do Programa de Pós-Graduação em Química (PGQu-IQ/UFRJ).  Nenhuma música caberia tão bem aqui quanto esta.  Em particular, o excelente Impermanent Resonance  de James LaBrie tem sido trilha constante nas idas e vindas ao Fundão, cantaroladas enquanto caminho por aí. Grandes melodias em um heavy metal moderno e direto. Quanto à seleção, parece ter corrido tudo bem. Foi até divertida a entrevista, ainda que angustiante a espera da chamada do seu nome. Sinceramente, não tive grandes preocupações quanto a isso, uma vez que foi uma vida acadêmica inteira se preparando para um momento como esse.  Agora resta  aguardar a confirmação da bolsa! "You cannot give up again Crack the door and he'll let himself in Rotten to the core, that grin Lose a little more, patience wearing thin When nothing else matters Tattered, shattered Abused, you are battered Scattered, shattered Know it's all messed up You cannot give up."...