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Mostrando postagens de 2013

#019: A Kaleidoscope of Mathematics

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A Beautiful Mind  ( Uma Mente Brilhante , aqui no Brasil), é um filme de 2001, dirigido por Ron Howard , ganhador dos  Oscars de Melhor Filme e Melhor Diretor . Estrelado por Russell Crowe no papel de John Nash , indicado ao Oscar , e Jennifer Connely no papel de Alicia Nash , vencedora do Oscar como Melhor Atriz Coadjuvante  e absolutamente linda. Assisti esse filme pela primeira vez bem na época do lançamento. Se me lembro bem até, em um VHS alugado. Ê, coisa antiga. Apesar de ter gostado bastante do filme naquela época, detalhes da vida acadêmica muito interessantes que são abordados me passaram despercebidos. Por sorte, o filme esta sendo reprisado na televisão bem na hora que eu estava indo dormir e, assim, não dormi muito essa noite. A história começa com um jovem John Nash na peleja de seu doutorado em Princeton . Em meio às politicagens e ostentações do meio acadêmico, Nash estava determinado em ter uma 'ideia original'. Se recusava a assistir os cu...

#018: Grenade

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O ano de trabalho chega, enfim, ao seu fim. 2013 foi realmente um ano de muito trabalho. Escrevi a dissertação do Mestrado, defendi, sobrevivi à enigmática (e questionável) seleção do Doutorado, fui em dois congressos (e ao primeiro internacional (ainda que no Brasil)), orientações extra-oficiais para aluno de iniciação científica, disciplinas ministradas, muitas máquinas novas instaladas e antigas consertadas e regeneradas. Ainda tenho uma penca de resultados para transformar em trabalhos. E, no meio disso, a música sempre é uma das minhas grandes companhias nas indas e vindas de casa para a Universidade. Por causa da minha irmã, que é muito fã, resolvi dar uma chance a esse baixinho do Bruno Mars nos últimos meses. Hoje se tornou uma das minhas vozes favoritas e das que mais tenho ouvido. Tem agudos realmente especiais além de muito ritmo e sentimento. Os dois discos dele são muito bons. Por agora, gosto especialmente do primeiro que soa menos comercial. Ele canta demai...

#017: Golden Slumbers / Carry That Weight / The End

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O XVIII Quantum Systems in Chemistry and Physics (QSCP) chega ao fim, junto com a maratona de congressos desse ano. Realmente foi um evento excelente, do nível mais alto que já tinha ido na vida. Ficamos sobrando lá como alunos de doutorado brasileiros perdidos enquanto se embasbacavam com os trabalhos incríveis que eram apresentados, um atrás do outro. Devo muitos agradecimentos ao professor Chaer pelo convite e pelo auxílio na participação deste evento, que será muito importante em minha formação.  O congresso só não foi perfeito por seu bizarríssimo ritual medieval e machista (talvez até de raizes maçonicas) da entrega de uma medalha de reconhecimento para jovens cientistas. No meio dessa maluquice toda, foi eleito Master of Photo e ganhei o curioso papel de fazer o registro audiovisual disso tudo. Uma noite antiquada de pesadelo perdida no meio de cinquenta e tantas palestras incríveis. Uma das coisas que mais senti falta nessas semanas foi de ouvir música, algo tão tr...

#016: State of Grace

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Hoje terminou o 17º Simpósio Brasileiro de Química Teórica (SBQT), em Angra dos Reis - Rio de Janeiro. Este disco fez parte da trilha sonora do meu retorno, quando pude matar um pouco da minha vontade de ouvir música. O evento em si foi ótimo. De organização, palestrantes, conteúdos. Podia ser menos cansativo só mas já foi mais tranquilo que o anterior. Penso também que arrumei uma ideia para esboçar o Exame Geral de Conhecimentos, que é uma parte importante do processo de doutorado. Apesar dos muitos dias de chuva, conseguimos aproveitar alguma coisa da praia no último dia e madrugada. Entretanto, a chuva não afetou as partidas de Magic e a comemoração do meu Flamengo, Campeão da Copa do Brasil 2013, com a torcida do professor Itamar e o talento grotesco de Hernane Brocador . Divertir e socializar fazem parte das relações de trabalho. De resto, algumas coisas estranhas aconteceram e, de fato, tem me perturbado pela forma com a qual podem afetar o futuro profissional. A ...

#015: You Never Give Me Your Money

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The Beatles é a mais importante banda de todos os tempos da história da música. Isso é indiscutível.  Ainda que eu tenha já comentado em um post anterior sobre o Sgt. Pepper's , meu disco favorito deles sempre será o Abbey Road . Meu segundo disco favorito deles é o lado B do Abbey Road , que é genial por si só. Estou completamente viciado nesse disco nas últimas semanas, de ouvir três ou quatro vezes por dia. Agradeço sempre ao Universo por ter juntado esses quatro malucos de Liverpool que viraram o mundo da música de cabeça para baixo. Quanto ao doutorado, sigo preparando os painéis para o combo de congressos que tenho adiante, o XVII SBQT e XVIII QSCP. Um monte de coisas diferentes para organizar e resultados finais para conseguir na reta final da preparação dos mesmos. Serão duas semanas bastante puxadas. "You never give me your money You only give me your funny paper And in the middle of negotiations You break down"

#014: Time

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Pink Floyd é uma daquelas bandas que realmente preciso revisitar. De alguma maneira, nunca me prenderam o suficiente ainda que eu entenda seu papel no cenário do rock progressivo . Ainda assim, gosto bastante de algumas músicas, como a Time , que é daquelas que sempre toca no meu violão. Por recomendação do meu colega de laboratório, Bruno, vou tentar lhe dar mais atenção nos próximos tempos. Talvez agora eu esteja devidamente amadurecido e preparado para acompanhar a sua complexidade. Ou talvez não. "Tired of lying in the sunshine Staying home to watch the rain. You are young and life is long And there is time to kill today."

#013: Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band

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"Não sabia que você gostava do  Sgt. Pepper's. ".  Aquele momento que você começa a achar que o seu orientador realmente não presta atenção no que você fala. Bem, é uma característica comum de pessoas que falam demais e se acostumam a não ouvir tanto assim. Daqui a mil anos, quando falarem de música do século XX, o evento mais importante certamente será Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band . No ano de 1967, John , Paul , George e Ringo elevaram a música à um novo nível. Aqui tudo é inventado e reinventado. Não apenas as músicas, através das composições, como também a tecnologia de gravação e a relação entre as gravações e as apresentações ao vivo. Eu realmente poderia ficar falando sobre esse disco aqui durante muitas e muitas linhas mas certamente terei outras oportunidades. Basicamente, foi isso que aconteceu na conversa com o meu orientador, que acha que eu sou caipira só porque não sou um falastrão como tantos por aí.  Certamente essa não vai ser a ...

#012: In My Time Of Need

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Depois de semanas quebrando a cabeça, finalmente consegui fazer o servidor do laboratório, a famosa  Cindy , voltar à transferir arquivos sem travamentos. Algum bug  enlouquecido com a placa de rede off-board fazia a máquina toda congelar ao enviar arquivos e esse problema, finalmente, foi solucionado. Dedico, então, o espaço de hoje para falar de uma das minhas bandas favoritas, o Opeth .  Essa foi a primeira canção deles que lembro de ter escutado, para lá de 2009, por culpa do meu amigo Felipe Fantuzzi. Não é uma música nada representativa do material completo da banda, fazendo parte do ótimo disco Damnation , que possui basicamente composições acústicas melancólicas. Demorei um pouco para me acostumar com o estilo forte e nada previsível desses caras, que se deu, basicamente, depois do lançamento dos discos  Watershed e do sensacional Heritage , que joga tudo feito em termos de heavy metal nos últimos anos para o espaço. Tive a honra de assistir um...

#011: Stronger Than Me

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Depois de idas e vindas, correções e discussões, assinaturas e papeladas, entreguei a versão definitiva da minha dissertação de Mestrado e peguei o meu diploma!  Agora sim, oficialmente, Mestre em Ciências em Química, pelo mais esquisito que soe esse título. De uns tempos para cá ando tentando explorar novos horizontes musicais.  Não que deixe de ter as linhas de Rock n' Roll e Heavy Metal como favoritas mas podem ser muito cansativas com o passar dos anos da vida.  Pouca música realmente nova aparece nos últimos tempos.  Por outro lado, a visão preconceituosa dos fãs dos estilos inibe completamente o surgimento de novos grupos, vertentes e, principalmente, de investimentos em locais de shows e festivais e espaço na mídia.  Espero que um dia essas pessoas entendam como são as principais culpadas do sepultamento desses estilos, principalmente no nosso país. Além da questão econômica e midiática que eu citei antes, a qualidade artística tem sido outro q...

#010: The Bigger Picture

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Eu disse que ele estaria aqui de novo e cá está!  Decidi minha música favorita (pelo menos nesse momento) do autointitulado Dream Theater : a canção  The Bigger Picture . Nesta faixa do disco, Dream Theater é Dream Theater em sua plenitude. Melodia lindíssima com as corridas agudas que o LaBrie faz como nenhum outro. Solos ótimos também, tanto por parte do Petrucci quanto por parte do Rudess . Uma passagem desses dois juntos incrível, com um piano limpo colocado de forma única. Posso dizer que é uma das coisas mais bonitas que já gravaram. Uma música para ouvir e ser lembrada. É grandiosa, bonita, emocionante e, assim, é Dream Theater . "Shed your light on me Be my eyes when I can’t see Shed your light on me Be my guide so I can see The bigger picture."

#009: City So Fine

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Todos temos desvios de conduta.  Um dos meus é gostar de programas musidais de talentos na televisão. Talvez por uma pequena vontade de estar lá como participante e uma enorme vontade de estar lá como jurado.  Sem dúvida o The X Factor  tem a melhor fórmula já feita. Tem todas as possibilidades musicais, com pessoas mais jovens, mais velhas e grupos. Tem as portas abertas para qualquer tipo de talento e pessoa que possa se destacar. Tem toda a emoção das pessoas reais que estão ali enfrentando esse desafio. É uma das coisas favoritas de fazer na companhia da minha irmã. Na edição americana deste ano, esta menina de 16 anos me chamou atenção desde a primeira apresentação.  Procurando no Youtube achei essa ótima música de composição dela.  É uma garota normal com seu violão e uma voz que soa assustadoramente como a da  Amy Winehouse em dados momentos, pela facilidade com que consegue atingir e preencher diferentes espaços musicais....

#008: Drunk & Stoned

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Ir à academia é uma das coisas mais chatas do Universo e tenho diverso motivos para convencer você disso.  As pessoas desse lugar são extremamente burras e mal educadas.  Deixam os pesos e os aparelhos armados depois de fazerem os exercícios ou, na melhor das hipóteses, colocam no chão.  Colocam os pesos mais leves antes dos mais pesados. Equilibram os halteres em qualquer lugar ao invés de colocar no lugar certo. Só tem assuntos imbecis e inúteis. É um mal necessário quando se quer a saúde de volta.  Pelo menos eu tenho ido bem acompanhado por esse doente do Zakk Wylde . Me pergunto o que os machões da academia pensariam se descobrissem o que esse nerd ouve no seu iPod . Sei que não aguentariam uma faixa sequer. "Stoned and drunk completely gone,  My world is here to stay. Ain't no silence, constant violence,  Where I'm rolling, never, never knowing."

#007: Afraid to Shoot Strangers

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Doze anos atrás eu descobria o  I ron Maiden , assistindo o show do Rock In Rio III pela televisão na casa dos meus primos. Foi o início de toda a relação com a música que tenho até hoje. São pedras fundamentais da própria Trilha da minha vida. Em uma parte dela, lá no Ensino Fundamental do Colégio Pedro II,  Iron Maiden era, literalmente, tudo o que eu ouvia. Doze anos de espera que valeram a pena. Tocaram praticamente na íntegra o meu disco f avorito, Seventh Son of Seventh Son , e mais todos os clássicos que tem direito. Sobre a música que aqui seleciono, Afraid to Shoot Strangers  mostra o lado progressivo do Maiden , muitas vezes negligenciado pela crítica geral e pelos fãs cabeça-dura. O show de ontem, em especial, trazia muito desses elementos, fortemente presentes no disco  dos anos 80 também. O álbum ao vivo  Rock In Rio foi um dos que mais ouvi na minha vida (se não o que mais ouvi). Por eras, não abandou meu discman nas longas viage...

#006: The Looking Glass

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Hoje deveria ter sido uma segunda-feira normal não fosse o vazamento do novo álbum do Dream Theater , pouco mais de uma semana antes do lançamento oficial. O Dream Theater é uma das minhas bandas favoritas, como acredito que já ficou claro pelos posts anteriores, e um disco autointitulado gera expectativas mais do que óbvias em um fã. Depois de ouví-lo umas duas vezes já posso garantir que teremos várias faixas por aqui nas próximas semanas. Nesse primeiro momento, uma canção que me chamou a atenção foi The Looking Glass . Ela traz de volta elementos do primeiro álbum, When Dream and Day Unite , e da época do Majesty  (pré- Dream Theater ). Progressivo com personalidade e que exige algum tempo de assimilação. Com uma influência clara de  Rush e mudanças bruscas de ritmo, é uma para não deixar de ser notada mesmo.  Algumas outras canções já percebi que vou levar mais tempo para perceber, mas isso é uma boa notícia. Aquilo que se entende no primei...

#005: Dazed and Confused

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"Dazed and confused, but trying to continue." , foi o que disse a Cindy depois de se recusar a montar a rede interna do laboratório. Eita, computador temperamental. Sim, Cindy é o nome do servidor daqui do GETMM (Grupo de Espectroscopia Teórica e Modelagem Molecular). Aqui todos tem nomes de meninas, por motivos de homenagem do professor Carlinhos às suas filhas, que depois se tornaram motivo de zoação constante por parte dos alunos de doutorado (inclusive aquele que se tornou meu orientador). Talvez seja nossa culpa por não tratar de forma adequada um computador menina. Uma mensagem de erro dessas me lembra imediantamente este clássico do Led Zeppelin . Com eles que tenho uma relação um bocado curiosa pois ainda que muito goste e escute, não consigo aprender uma única letra pela dificuldade óbvia de cantá-las junto do doido do Robert Plant . Foi uma das primeiras bandas de rock que lembro de ter ouvido (e gostado, claro!). Passou até a raiva que eu sentia de não conse...

#004: The Sorcerer's Apprentice

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Como diz meu amigo Rene: "Nessa Universidade nunca sabemos como vai terminar o dia.". Tão poucas vezes isso foi tão verdade.  Pretendia terminar o interminável resumo para o SBQT mas passei o dia fazendo testes de desempenho para decidirmos as próximas máquinas adquiridas aqui no laboratório. Concluímos, basicamente, que pelo preço cobrado, pouco compensa investir em mais processadores e processadores mais rápidos em relação à quantidade de memória. Isso não é bem importante. Uma coisa realmente peculiar da minha pós-graduação é a habilidade fantástica do meu orientador discursar sobre qualquer coisa. Depois do almoço ele descobriu que um colega de laboratório é casado com uma menina que também faz mestrado, o que o levou à reclamar de como o cara é tímido. Isso o leva à como eu sou tímido também. E, naturalmente, a como o Fidel Castro é um mestre da oratória para implicar com o cubano. O que o lembrou que o Che Guevara não era e que teve um fim um tanto curioso e ...

#003: No Better Lovers

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Essa música lembra meus momentos sozinho no laboratório pela manhã.  Toca enquanto me decido se já acordei. Blindly, Lonely, Lovely é uma boa trilha para começar os dias de tempo mais frio que tem feito.  Aliás, é um grande disco. Me sinto um pouco suspeito para falar de qualquer coisa do Josh Krajcik.  É uma das minhas vozes favoritas dos dias de hoje. O disco traz todas as cores nele e gosto muito disso. Simples nas mensagens, sem comprometer a beleza das canções. Difícil demais foi escolher uma faixa e colocar aqui. Manhãs no Fundão não são tão comuns assim para quem dá aulas à noite quase a semana toda.  São gostosas, da sua forma. Talvez pela raridade. Essa semana começa oficialmente o primeiro semestre do doutorado. Começa também meu último semestre como Professor Temporário do Departamento de Físico-Química da UFRJ. Tarefa que me foi muito positiva e construtiva nos últimos semestres (ajudando até a juntar uma certa grana) mas que, de f...

#002: Sloe Gin

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No último domingo, o guitarrista norte-americo  Joe Bonamassa se apresentou pela segunda vez aqui no Rio de Janeiro.  Havia perdido a apresentação do ano passado por causa da Reunião Anual da SBQ, assim como perdi também um show do Paul McCartney anos atrás. A forma de compensar isso foi assistindo-o da primeira fila. Junto de mim, minha namorada Jessica e meu amigo Francisco, o maior fanático de Bonamassa que conheço (e que eu mesmo criei). Descobri o Joe Bonamassa bem no início do mestrado, garimpando coisas boas das listas de melhores discos do ano. No caso dele, o disco Dust Bowl estava na lista de John Petrucci . É muito difícil escolher uma única canção para representar um evento assim, mas dessa vez ficarei com Sloe Gin . Uma das minhas favoritas no disco acústico e que foi apresentada em uma versão completamente diferente (inclusive diferente da gravacão original!). Baita inspiração. Bonamassa é blues . Bonamassa é rock . Bonamassa é música....

#001: The Enemy Inside

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The Enemy Inside  foi o primeiro single do álbum auto-intitulado do Dream Theater , uma das minhas bandas favoritas. Lançado, coincidentemente, no dia da prova de inglês da seleção do doutorado (que, aliás, teve aparição do próprio Penderecki !). Ouvi pela primeira vez logo depois da prova, no próprio laboratório. É matadora do começo ao fim. John Petrucci sentando a mão no seu melhor estilo de riffs pesados e muito técnicos. O solo então é incrível. Diferente de qualquer outro que ele já tenha gravado antes.  A melodia também é muito marcante. Tem mudanças sutis nos versos e um refrão intenso, com um riff seco e quebrado ao fundo, que me lembra o maravilhoso final de Deliverance  do Opeth . Vocais sempre bem executados por James LaBrie , claro. E tem quem ainda questione a capacidade criativa dos caras... Acredito que Dream Theater fará parte da trilha sonora do início dessa pós-graduação assim como seu antecessor, A Dramatic Turn of Events , e...

[Prólogo] #000: Agony

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O processo de seleção do Programa de Pós-Graduação em Química (PGQu-IQ/UFRJ).  Nenhuma música caberia tão bem aqui quanto esta.  Em particular, o excelente Impermanent Resonance  de James LaBrie tem sido trilha constante nas idas e vindas ao Fundão, cantaroladas enquanto caminho por aí. Grandes melodias em um heavy metal moderno e direto. Quanto à seleção, parece ter corrido tudo bem. Foi até divertida a entrevista, ainda que angustiante a espera da chamada do seu nome. Sinceramente, não tive grandes preocupações quanto a isso, uma vez que foi uma vida acadêmica inteira se preparando para um momento como esse.  Agora resta  aguardar a confirmação da bolsa! "You cannot give up again Crack the door and he'll let himself in Rotten to the core, that grin Lose a little more, patience wearing thin When nothing else matters Tattered, shattered Abused, you are battered Scattered, shattered Know it's all messed up You cannot give up."...