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Mostrando postagens de 2014

#044: Moon Above, Sun Below

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Apesar de não ter colocado em alguma postagem anterior, o Pale Communion  foi um dos discos que mais escutei nesse ano de 2014. Até entendo bem o motivo de não ter participado desta Trilha antes. Ocorreu por simplesmente não ter uma música favorita para escolher. Resolvi representar ele aqui com Moon Above, Sun Below  por acreditar ser mais representativa dentro do álbum, seja lá se dá para se falar em representatividade quando o assunto é Opeth . E por isso gosto tanto do Opeth . Usando as palavras do próprio Mikael Akerfeldt , não estão aqui só para dar o McLanche Feliz que os fãs imaturos do estilo esperam. Trilham seu próprio caminho e levam a música na direção que acreditam que devem fazer, independente de rótulos. Se não puder entender como o Death Metal quebrado se tornou esse Rock Progressivo alucinado é porque nunca entendeu Opeth . Quando avalio esse tipo de comportamento em áreas diferentes, como música e a ciência, consigo observar curiosas semelhanç...

#043: Really Don't Care

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Quando terminei o mestrado, estava muito animado que teria mais quatro anos de pós-graduação pela frente. Havia tanta coisa para aprender e para produzir. Haviam muitos e muitos planos. Só não imaginava estar tão enganado quanto a tranquilidade desse percurso. O doutorado tem sido sim uma experiência bem mais complexa do que o mestrado. O degrau final da formação científica ganhou um peso muito maior do que pude imaginar. Isso tudo dado não por uma grande mudança na pós-graduação ou no meu projeto de pesquisa mas na minha própria forma de encarar esta etapa da carreira, seus objetivos e das relações de trabalho. Hoje sou uma pessoa muito diferente da que começou esse doutorado. "Tanto no pessoal quanto no profissional". Percebi que não posso me acomodar. Que precisava querer mais do que nunca quis antes. Querer mais do que o meu próprio orientador e a própria pós-graduação esperam de mim. Que não me basta mais um desafio técnico. Não podemos admitir desperdiçar anos ...

#042: Rime of The Ancient Mariner

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Na última semana aconteceu o  XL Congreso de Químicos Teóricos de Expresión Latina (QUITEL), realizado em San Cristóbal, Equador. Um evento bastante curioso, onde cada um fala a sua língua nativa (ou não!) e, no fim, todos se entendem!  Essa foi minha segunda viagem internacional. A primeira foi para o WATOC no Chile, que contei algumas postagens atrás.  Não poderia haver apelo maior para um congresso do que acontecer nas Ilhas Galápagos onde, em 1835, Charles Darwin fez sua tão famosa expedição que serviu de inspiração para o livro A Origem das Espécies , onde introduz o conceito da evolução dos seres vivos. Provavelmente o trabalho mais importante das ciências biológicas, quebrando uma porção de paradigmas presos ao pensamento religioso, e originado da observação da diversidade natural das Ilhas. Primeiro passamos alguns dias em Quito, a capital do Equador, e seus 2805 metros de altitude. E altitude é de verdade, para quem não acredita. Você sobre u...

#041: Yesterday

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Paul McCartney é o meu artista favorito. Foram quase três horas de show com mais de quarenta músicas, dadas por um imparável senhorzinho de setenta e dois anos de idade e sua incrível banda. Difícil é imaginar como escolher "só" quarenta músicas para tocar, quando seu universo de composições contém as melhores canções já feitas. Carreguei todo mundo que pude junto, para ninguém perder a oportunidade de ouvir uma lenda ao vivo. Irmã, namorada, irmã da namorada. Yesterday é, provavelmente, a minha música favorita dentre todas as que existem. Bem, é um título um bocado disputado esse. Não lembro nem quando a escutei pela primeira vez. Talvez tenha sido em um sonho, assim como aconteceu com o Paul , mas provavelmente foi no violão do meu pai. E assim ela me acompanha desde que me lembro. É daqueles sentimentos que nunca vou ter palavras o bastante para descrever.  Os outros dias desse doutorado que me desculpem mas esse foi um dos melhores, mas sem um pingo de ...

#040: Jenny Wren

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Desde que voltei do WATOC tenho trabalhado em um ritmo frenético. Infelizmente, isso nem sempre se traduz em resultados na mesma dimensão em que gostaríamos.  Tive um avanço importante no projeto dos compostos aromáticos, passando a tentar pegar os estados usando um RASSCF com excitações simples e duplas. Fico feliz desse projeto estar voltando a andar e queria dar um rumo para ele o mais rápido possível.  O projeto de estudo da camada interna do formaldeído e moléculas fluoradas caiu de paraquedas no meu colo depois de uma triste desistência de um colega de pós-graduação. É muito triste quando essas coisas acontecem, mas a vida é cheia de imprevisto e é bom lembrar que ainda existem algumas coisas mais importantes do que o trabalho. Ainda assim, agora tenho tentado tirar alguns resultados desse projeto, no qual o Molpro mais tem atrapalhado que ajudado. De resto, ainda tem as contribuições pendentes com a professora Maria Luiza, a colaboração com o Mario Barbatti...

#039: Dust In The Wind

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Uau! Duas semanas incríveis se passaram desde que registrei minha trilha aqui pela última vez e não sei nem por onde começar a contar tudo o que aconteceu! Primeira, a semana de viagem. Eu e Fantuzzi começamos revirando Santiago, a capital chilena. No primeiro tour, conhecemos o centro da cidade, seus principais cerros (e a frustrante volta à pé depois de perder o último funicular para descer), locais históricos e museus. Imperdível dessa parte fica a visita ao Museu de Arte Pré-Colombiana. Isso sim é o que eu gosto de um museu.  Nestes dias também ficamos em um hostel muito bacana, onde acabamos pegando boas dias dos outros passeios. Dentre elas, a mágica tour de Valparaíso com o 'Wally', a visita ao Valle Nevado nos últimos dias de estação aberta (haja sorte!) (e, sim, finalmente conheci a neve!), o passeio pelos bairros históricos da cidade e os Museus de História Natural e da Memória. Além disso, muitas figuras conhecidas, como o senhor Ki, um malaio de 70 anos...

#038: So, What Would I Do?

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Setembro passou voando e uma porção de coisas aconteceram que mal tive tempo de contar por aqui. Já teve um congresso e já vai ter outro. Enquanto isso, resolvia burocracias infinitas do QUITEL, tirar praticamente todos os documentos de novo e o passaporte, de enviar a banca do Exame Geral , de (finalmente!) estar terminando o artigo dos estados de camada interna da água, de preparar até um resumo para o evento de espectroscopia que vai ter na UFRJ, de terminar o painel do WATOC, de passar dois fins de semana no CEDERJ aplicando prova... Ufa! Nesse momento estou arrumando minha mochila para, enfim, partir para o WATOC 2014! Estou realmente feliz por finalmente poder participar do maior evento da química teórica e ainda mais aqui do lado, em Santiago, Chile. Eu e Fantuzzi vamos vários dias antes para poder aproveitar e conhecer esse tão interessante país vizinho. Afinal, a vida não é só radicalismo com o trabalho. Pena de quem não sabe disso.  De planejamento, confesso que não ...

#037: Counting Stars

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Nessa semana que passou estive envolvido em um evento muito legal. International Conference on Solid Films and Surfaces  (ICSFS), que foi realizado aqui mesmo no Rio de Janeiro, no Windsor Hotel, na Barra da Tijuca. Fui parar nesse evento quase que por acaso, quando descobri que a professora Maria Luíza tinha inscrito o trabalho no qual colaborei. Achei o assunto interessante e é, de fato, uma área que tenho começado a me interessar, e ir a um congresso poderia ser de grande ajuda para entender o que anda sendo feito pelos pesquisadores de filmes e superfícies. Voltei para casa com um caderno cheio de anotações, dos queridos grafenos do pessoal da física até as células solares e transmissores. Também tive a oportunidade de falar com o professor Daniel Sánchez-Portal , da Universidad del País Vasco, um dos desenvolvedores do software SIESTA de cálculos DFT com condições periódicas de contorno. Se por um lado ele me tirou algumas dúvidas sobre os métodos, também se mostrou inter...

#036: The A Team

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Essa semana (finalmente!) (e quase na risca do deadline !) entreguei o resumo da minha proposta de pesquisa para o Exame Geral de Conhecimentos . Nesse teste completamente subjetivo, e certamente o momento de maior pressão de todo o doutorado, cada aluno deve apresentar um projeto, desenvolvido de sua própria cabeça, que seja diferente do tema da tese e inédito. Não bastasse, você é submetido a uma sessão de perguntas sobre todo o conhecimento de química possível do seu projeto. Sobrevivendo, finalmente estará apto a se dedicar integralmente ao seu projeto oficial de doutorado e caminhar para o fim do jogo. Resolvi apresentar esse resumo sobre um possível estudo de processos de fragmentação molecular utilizando métodos de dinâmica quântica e multiconfiguracionais para estrutura eletrônica. Na prática, não é algo tão simples de fazer e exige bastante recursos, mas vai me dar a oportunidade de estudar bem um assunto e, quem saber, pode tocar realmente essas ideais pra frente no futu...

#035: Different Shades of Blue

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Hoje completo um ano de Mestre em Ciências em Química. É uma coisa muito legal! (E falei isso com a voz de Rick Harrison do Trato Feito  na minha cabeça) O mestrado foi um momento muito positivo da minha trajetória até aqui. Aprendi muito, estudei muito mais, e apanhei um bocado da vida também. No fim, tive bons resultados. Fiquei muito satisfeito com o meu trabalho de tese final, do texto, forma e resultados, além do que o professor Chaer e professor Itamar disseram na defesa. E é sempre bom se lembrar dos escassos bons momentos dessa árdua carreira. Voltando ao hoje, ando numa fase terrível. Daquelas que qualquer coisa que pode dar errado simplesmente dá errado. Só para demonstrar, nos últimos tempos consegui fazer meu notebook de pouco mais de um ano de idade parar de funcionar irremediavelmente e arrebentei a tela do meu celular deixando ele cair durante o sono. Me prendo àquela de que isso é somente uma fase que vai passar. Algumas coisas boas também acontecem, não p...

#034: Tears Dry On Their Own

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Essa semana aconteceu um workshop de eletroquímica lá no Instituto de Química. Apesar da minha boa vontade habitual em participar de eventos científicos, acabei me decepcionando. Diversos motivos me levam a escrever esse breve desabafo. A organização do evento não foi boa desde o início. Falta de informações, inscrições sem confirmação, curso prático com critérios suspeitos e questionáveis de seleção de participantes. E, surpreendentemente, só piorou com o início. Palestrantes dando aulas (ruins) ao invés de falar de ciência, pregando suas bitolações de que todos os livros estão errados. Depois, me resta a impressão de que todas as palestras contiveram as palavras chave "impedância", "inibidores de corrosão" e "petróleo". Daí temos algumas possibilidades: má escolha por parte dos organizadores; limitação temática da área; tradicional limitação científica brasileira de temas.  O pior de toda a organização foi a falta de compromisso com os horários,...

#033: Tá Escrito

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Sete a um.  A Seleção Brasileira de Futebol é escorraçada dentro da própria casa na semi-final contra a Seleção Alemã. Perder seria um resultado até normal, uma vez que a Alemanha tem, de fato, uma equipe muito superior à do nosso país. Porém, uma goleada absurda deixa claro que muita coisa temos que mudar. Para mim, na verdade, é curioso ver como a situação do futebol se assemelha com algumas encaradas por mim nas reuniões da pós-graduação. O primeiro passo em busca da evolução seria admitir que estamos ultrapassados, especialmente na formação de jogadores e na tática. E o primeiro passo já parece impossível. O discurso nacionalista de que "ainda somos muito bons e não precisamos aprender nada com ninguém de fora". Às vezes até me confundo se estou falando da UFRJ ou da CBF aqui. Durante muito tempo, jovens saindo cedo do país eram um sinônimo do nosso sucesso. Iam brilhar nos times europeus, aprender como faziam as coisas por lá e assim tínhamos uma seleção for...

#032: Supernova

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A Copa do Mundo de 2014 vem chegando ao fim, e com ela o meu período de 'recesso' forçado. Com as férias declaradas na Universidade combinada com os feriados dos jogos, fica impraticável contar com o transporte público para chegar até a longínqua Ilha do Fundão. Mais ainda para sair de lá durante a noite. Como ainda me resta amor à vida, tenho trabalhado de casa mesmo (mesmo não sendo lá muito eficiente). Ficar em casa assim acaba me fazendo ouvir menos música, já que é minha principal atividade de (des)concentração durante translado e laboratório. Assim, não tenho nada muito marcante para fomentar essa trilha à qual me propus meses atrás. Fica aqui então uma apresentação da Malta , recém-descoberta pelo mundo através de um concurso de televisão de métodos bastante duvidosos da Rede Globo.  No meio das mudanças questionáveis de critérios de votações durante a competição, me aparecem esses caras. A Malta vem com um rock bem trabalhado, mais numa linha de metal progressi...

#031: País do Futebol

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Sim, ela chegou! Estamos no meio da Copa do Mundo de Futebol de 2014, realizada aqui mesmo no Brasil! E apesar de toda a dinheirama gasta de maneira equivocada (ou até ilícita), os jogos são uma das coisas mais legais que existem. É futebol o dia inteiro, por toda a parte, com partidas de alto nível, muita torcida e diversão. Tenho recordações muito legais de todas as Copas desde que nasci e, certamente, fazem parte da maneira na qual conto a minha própria história. Enquanto isso, a Pós-Graduação em Química continua funcionando como se nada estivesse acontecendo. Já não bastassem os protestos imprevisíveis, temos os feriados nos dias de jogos do Brasil e no Maracanã. O próprio processo de seleção está sendo realizado nesta semana. Tudo na base do egoísta "não temos outra data" que sempre pune e desestimula os alunos. Entre eles estou eu, que resolvi passar mais tempo trabalhando de casa mesmo para acompanhar a intensa maratona de jogos da primeira fase. Enquanto escr...

#030: It's Time

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Esse mês de maio passou rápido, complicado e cheio de coisas para fazer. Fomos brindados com três greves de ônibus oportunistas na cidade do Rio de Janeiro, que me fizeram perder 4 dias de trabalho e uma boa porção de empolgação. O que é mais decepcionante é o cinismo da UFRJ em não se manifestar quanto a estes acontecidos, colocando todos os alunos em situações de incerteza e falta de senso dos professores que insistem em aulas e provas mesmo quando impossível de chegar à Cidade Universitária. Me impressiona como o ser humano se acostuma rápido com as situações favoráveis e fecha os olhos para o resto dos problemas da sociedade. Ainda mais dentro de um órgão que deveria ser referência do pensamento humano. Enquanto isso, apresentei meu seminário na disciplina de Projetos de Pesquisa de Doutorado I , o que parece começar a indicar o que a minha tese pretende ser. As células solares orgânicas tem se mostrado um assunto muito interessante para mim (e acho que para todo o mundo t...

#029: Catch Me

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Abril termina com o envio do artigo do polímero PSiF-DBT e seu estudo de camada interna, o tal trabalho em colaboração que já falei várias vezes antes. Ainda tem as respostas, as correções... E, bem, talvez seja só o primeiro envio. Publicar ciência funciona assim e, pelo melhor que o trabalho esteja, devemos estar preparados para as críticas. Essa semana também fiz uma coisa completamente atípica. Levei minha irmã no show da sua diva suprema: a Demi Lovato . Apesar de cansativo foi curiosamente divertido. É bom comprovar como podemos conviver com pessoas completamente diferentes de você, de gostos completamente diferentes do seu, simplesmente através do respeito mútuo. Tem tanta gente aí que deveria aprender essa lição. Essa música é bem bonitinha e a Gabriela chorou loucamente nessa hora, então é claro que foi a mais marcante da noite! "But you're so hypnotizing You've got me laughing while I sing You've got me smiling in my sleep And I can...

#028: Stop!

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Stop!  foi a primeira música que ouvi do Bonamassa e, ironicamente, não parei mais. Ando realmente vidrado nessa música nos últimos tempos, especialmente porque cai muito bem na minha voz e daí pratico o exercício de ouvi-la cantando e tocando mentalmente. Bem, é um bom exercício para quem é músico solitário. Essa semana foi o meu aniversário. Recebi as pessoas de sempre em casa, o que foi bem divertido apesar do patético título do meu time com um gol completamente irregular do terrível Márcio Araújo em um jogo de qualidade técnica pífia, compensada por clássicos de alta qualidade no FIFA14 . Pelo lado do trabalho, bem, ninguém nem lembrou do meu aniversário. Essa semana fizemos as eleições da APGQu para o próximo ano e prossigo meu trabalho como Presidente desta bagaça, agora com mais 78 votos de apoio. E já começamos a trabalhar nisso, colocando várias ideias para funcionar em nossa página do Facebook. Da parte científica, sigo tentando fechar os trabalhos do PS...

#027: Here, There and Everywhere

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Tenho alguns momentos mais sensíveis e os Beatles certamente os trilham bem. Nesses últimos dias fomos ao show do All You Need Is Love , banda cover mais incrível que tem. Apesar de eu curtir mais a parte do show que o grande público menos aproveita, fico sempre feliz de ver esses caras. Incrivelmente, sempre acabo notando uma canção que nunca tinha dado atenção antes. Dessa vez foi Here, There and Everywhere , uma das favoritas do próprio Paul McCartney . Linda, é isso. E que raio de melodia complexa. Na UFRJ, muitas coisas também acontecem. Nosso mandato da representação chega ao fim e é hora de organizar a nova chapa e novas eleições. O trabalho do polímero PSiF-DBT com a professora Maria Luiza vai muito bem, por mais que o Alexandre sempre tenha uma ideia nova e me faça refazer os cálculos. Meus inputs gigantes para os scans das estruturas da água líquida parecem dar certo e ser o golpe final desse projeto. E o doutorado? Bem, pareço estar começando a encontrar um rum...