#004: The Sorcerer's Apprentice
Como diz meu amigo Rene: "Nessa Universidade nunca sabemos como vai terminar o dia.". Tão poucas vezes isso foi tão verdade.
Pretendia terminar o interminável resumo para o SBQT mas passei o dia fazendo testes de desempenho para decidirmos as próximas máquinas adquiridas aqui no laboratório. Concluímos, basicamente, que pelo preço cobrado, pouco compensa investir em mais processadores e processadores mais rápidos em relação à quantidade de memória. Isso não é bem importante.
Uma coisa realmente peculiar da minha pós-graduação é a habilidade fantástica do meu orientador discursar sobre qualquer coisa. Depois do almoço ele descobriu que um colega de laboratório é casado com uma menina que também faz mestrado, o que o levou à reclamar de como o cara é tímido. Isso o leva à como eu sou tímido também. E, naturalmente, a como o Fidel Castro é um mestre da oratória para implicar com o cubano. O que o lembrou que o Che Guevara não era e que teve um fim um tanto curioso e oportuno. O que o leva à vida de Luís Carlos Prestes. De como ficou preso e torturado por Getúlio e depois veio a apoiá-lo em eleições, de Olga e sua filha que fazia Química e depois mudou para história. E como... Realmente não consigo nem me lembrar o rumo da conversa.
Sei que chegamos ao curso de Química Industrial e aula do cara do vidro. De como o professor Chaer achava que esse cara estava morto e o Carl Sagan vivo. Logo, da continuação da série Cosmos. De como Star Trek e como a ficção científica prevê a tecnologia do futuro. Como o Avatar consegue ter uma história tosca e ter mudado a história do cinema com o 3D. De como The Phantom Menace é o pior filme do Star Wars e George Lucas ganhou foi dinheiro vendendo a franquia. Do final lançado em quadrinhos para Caverna do Dragão. E como a Pixar consegue fazer animações legais para crianças e com mensagens sensíveis para adultos. E, assim, como os desenhos de hoje são ruins na inexistente programação infantil da televisão. Daí recordei um dos meus filmes favoritos entre todos: Fantasia.
Eu devia a única criança que gostava desse filme. A vantagem era que a fita de vídeo estava sempre disponível na locadora (até que ganhei a minha própria em um dado Natal). Música e animações sempre foram linguagens que compreendi muito bem. Resolvi marcar aqui uma cena clássica do Mickey Aprendiz de Feiticeiro, que me fez passar o dia cantarolando seu marcante tema.
Sei que chegamos ao curso de Química Industrial e aula do cara do vidro. De como o professor Chaer achava que esse cara estava morto e o Carl Sagan vivo. Logo, da continuação da série Cosmos. De como Star Trek e como a ficção científica prevê a tecnologia do futuro. Como o Avatar consegue ter uma história tosca e ter mudado a história do cinema com o 3D. De como The Phantom Menace é o pior filme do Star Wars e George Lucas ganhou foi dinheiro vendendo a franquia. Do final lançado em quadrinhos para Caverna do Dragão. E como a Pixar consegue fazer animações legais para crianças e com mensagens sensíveis para adultos. E, assim, como os desenhos de hoje são ruins na inexistente programação infantil da televisão. Daí recordei um dos meus filmes favoritos entre todos: Fantasia.
Eu devia a única criança que gostava desse filme. A vantagem era que a fita de vídeo estava sempre disponível na locadora (até que ganhei a minha própria em um dado Natal). Música e animações sempre foram linguagens que compreendi muito bem. Resolvi marcar aqui uma cena clássica do Mickey Aprendiz de Feiticeiro, que me fez passar o dia cantarolando seu marcante tema.
Só para não perder a piada, a conversa toda terminou em Homer Simpson. Por que será?