#108: É Uma Partida De Futebol
As "férias de Fundão" estão acabando. Ficar em casa esse mês foi a única solução para dar conta de cuidar do filhotinho Ringo e se salvar do calor recorde do Rio de Janeiro. Os projetos tem até andado mas talvez não como devessem. Enquanto pareço ter, enfim, encontrado um caminho para terminar os cálculos do Lautaro, tenho que começar a escrever o artigo dos poliaromáticos.
Uma coisa importante da minha vida é o futebol, ainda que seja péssimo jogador (mesmo tentando bater uma bolinha com a Jessica na quadra aqui do lado). Assim como na química, sou mais da parte teórica. Acompanho diariamente o meu Flamengo e outros times pelo mundo, em um monte de programas de televisão e pelo Twitter.
O Flamengo começa o ano me iludindo, trazendo Conca para a Libertadores e voando na Copinha, com o menino brilhante Vinícius Júnior surgindo. Craque incontestável. E também anunciaram que irão mandar jogos aqui no estádio da Portuguesa, que fica literalmente à metros da minha casa. Mal posso esperar por isso. Ir ao estádio e torcer é uma das melhores experiências da vida.
Ontem fomos assistir a Seleção Brasileira enfrentar a Colômbia em um amistoso em memória às vítimas do acidente aéreo do time da Chapecoense, no final no ano passado. Uma forma de tentar retribuir o carinho oferecido pelo povo colombiano, que tive o prazer de visitar durante este doutorado. Além de toda a emoção envolvida, Diego, Muralha, Arão e Jorge foram convocados, para alegria do torcedor rubro-negro. Só faltou ser no Maracanã.
Seguindo a onda de música brasileira, poucas tem tanto sucesso ao falar de futebol como essa canção do Skank. Me remete, de brinde, à uma época pré-adolescente que ouvia muito esses caras em um minisystem que tinha. E não era exatamente fácil achar seus CDs por aí ainda. Tem feito parte da minha Trilha nesses dias pacatos. E bola pra frente!
Uma coisa importante da minha vida é o futebol, ainda que seja péssimo jogador (mesmo tentando bater uma bolinha com a Jessica na quadra aqui do lado). Assim como na química, sou mais da parte teórica. Acompanho diariamente o meu Flamengo e outros times pelo mundo, em um monte de programas de televisão e pelo Twitter.
O Flamengo começa o ano me iludindo, trazendo Conca para a Libertadores e voando na Copinha, com o menino brilhante Vinícius Júnior surgindo. Craque incontestável. E também anunciaram que irão mandar jogos aqui no estádio da Portuguesa, que fica literalmente à metros da minha casa. Mal posso esperar por isso. Ir ao estádio e torcer é uma das melhores experiências da vida.
Ontem fomos assistir a Seleção Brasileira enfrentar a Colômbia em um amistoso em memória às vítimas do acidente aéreo do time da Chapecoense, no final no ano passado. Uma forma de tentar retribuir o carinho oferecido pelo povo colombiano, que tive o prazer de visitar durante este doutorado. Além de toda a emoção envolvida, Diego, Muralha, Arão e Jorge foram convocados, para alegria do torcedor rubro-negro. Só faltou ser no Maracanã.
Seguindo a onda de música brasileira, poucas tem tanto sucesso ao falar de futebol como essa canção do Skank. Me remete, de brinde, à uma época pré-adolescente que ouvia muito esses caras em um minisystem que tinha. E não era exatamente fácil achar seus CDs por aí ainda. Tem feito parte da minha Trilha nesses dias pacatos. E bola pra frente!
"Posso morrer pelo meu time
Se ele perder, que dor, imenso crime
Posso chorar se ele não ganhar
Mas se ele ganha, não adianta
Não há garganta que não pare de berrar
A chuteira veste o pé descalço
O tapete da realeza é verde
Olhando para bola eu vejo o sol
Está rolando agora é uma partida de futebol"