#103: Non, Je Ne Regrette Rien
Oui, c'est fini.
É chegado o fim da viagem para a França. O sanduíche frustrado que terminou em um combinado de estágio/workshop/lua-de-mel. Depois da breve semana de turista solitário e da maratona de trabalho em Marseille, voltei à Paris, devidamente acompanhado de minha esposa Jessica, para os últimos dias da estadia.
Foram os últimos dias dentro desse filme mágico em que se passa cada segundo dessa cidade. Pude revisitar alguns lugares e completar passeios, como as subidas à Torre Eiffel e ao Arco do Triunfo, e conhecer novos, como o incrível Museu Rodin. Claro, mais um dia dedicado integralmente ao Louvre, agora com a melhor companhia possível. E ainda resta muita Paris para ser conhecida em viagens futuras, que espero muito que aconteçam. Quem sabe até morar na Cidade Luz.
A volta ao Brasil e, de brinde, à toda a realidade inerente a mesma, é como acordar de um sonho (falarei melhor disso melhor nas próximas postagens, claro). A canção francesa escolhida para hoje também tem tudo a ver com cinema, com despertar de um devaneio e também com esse meu período por aqui. "Non, Je Ne Regrette Rien" é famosa por Edith Piaf (que, como já confessei anteriormente, nada gosto) e também é interpretada pela Cássia Eller no disco Acústico, que já esteve nesta Trilha anteriormente e que me acompanhou bastante nos dias franceses. Ainda assim, minha lembrança mais marcante da mesma é do filme Inception (A Origem, nas aleatórias adaptações brasileiras) de Christopher Nolan. Fazendo parte da trilha de um dos meus filmes favoritos, era utilizada como aviso de que o tempo para o final do sonho estava próximo.
Que tacada para o registro de hoje, hein?
"Non, rien de rien
Non, je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies
Aujourd'hui, ça commence avec toi!"