#095: The Bard's Song (In The Forest)
Uma breve pausa em meio à agitação dos Jogos Olímpicos. Não tanta agitação uma vez que, com a Universidade fechada, ficar em casa vendo televisão e trabalhando tem sido a melhor opção. Viajamos, eu e Jessica, à Campinas, em São Paulo, mais precisamente à Unicamp, para assistir a defesa de tese de doutorado do meu amigo de longa data, Francisco Senna.
Fomos e voltamos durante as madrugadas, aproveitando o tempo de ônibus para dormir (e economizar já que passagens aéreas que estavam muito caras). No caminho ainda, uma rodoviária invadida por turistas caipiras olímpicos, uma breve aventura Uber vs. Táxi (e uma motorista de Uber perdida na sua própria cidade), lanche de madrugada no gélido Graal de Resende, uma excelente pizza paulistana (como sempre) e soluções inesperadas de se utilizar ônibus públicos para fugir da confusão do trânsito.
Ainda foi uma boa oportunidade de visita à Unicamp. Já havia ido para fazer um curso, lá em 2013, no fim do mestrado. Na época, fiquei alojado no apartamento do Francisco mesmo. A estrutura de lá é muito legal, com ideias boas como um prédio de laboratórios da graduação e prédios para aulas dos ciclos básicos. O clima é bem menos opressor que o da UFRJ dementadora, com várias áreas de convivência (e um monte de Pokéstops). Uma pena não ter grupos exatamente muito interessantes na área da química teórica por lá.
A defesa de doutorado conseguiu ser muito melhor que a minha expectativa, que já era obviamente bem alta. Francisco é uma das pessoas mais inteligentes e competentes que já conheci. Além do trabalho inovador desenvolvido à frente do espectrômetro de Terahertz na própria Unicamp, ele fez um estágio no NIST, com resultados ainda mais impressionantes e, claro, um enorme crescimento científico.
A apresentação em si foi impecável. Slides bonitos, claros e com muita informação visual. Tópicos bem escolhidos, de dentro da tese, para detalhamento. Agradou muito à audiência, assim como à banca. O texto recebeu vários elogios (que, infelizmente, só vou poder conferir pessoalmente depois que receber a versão corrigida!). É, sem dúvidas, o melhor trabalho de doutorado de toda a minha "turma".
Orgulho de ver o quão longe foi, desde lá no técnico de Meio Ambiente do CEFET-Química. A trilha de hoje é, assim, óbvia. A canção dos bardos, que ele me apresentou na época, e que muito tocamos nos violões pelos corredores da escola (até mesmon um sarau de aula de Língua Portuguesa). Acredito que foi o primeiro dedilhado que aprendi a tocar. É uma das minhas canções favoritas de todas, de uma das minhas bandas favoritadas de todas.
Desejo que tenha ainda mais sucesso daqui para frente, porque merece. É mais que um amigo. É uma inspiração para mim, como pessoa e como profissional. Espero, no fim desta Trilha de Doutorando, também poder entregar um trabalho de alto nível, além do meu próprio crescimento profissional e acadêmico. E que a canção dos bardos ainda continue.
Ainda foi uma boa oportunidade de visita à Unicamp. Já havia ido para fazer um curso, lá em 2013, no fim do mestrado. Na época, fiquei alojado no apartamento do Francisco mesmo. A estrutura de lá é muito legal, com ideias boas como um prédio de laboratórios da graduação e prédios para aulas dos ciclos básicos. O clima é bem menos opressor que o da UFRJ dementadora, com várias áreas de convivência (e um monte de Pokéstops). Uma pena não ter grupos exatamente muito interessantes na área da química teórica por lá.
A defesa de doutorado conseguiu ser muito melhor que a minha expectativa, que já era obviamente bem alta. Francisco é uma das pessoas mais inteligentes e competentes que já conheci. Além do trabalho inovador desenvolvido à frente do espectrômetro de Terahertz na própria Unicamp, ele fez um estágio no NIST, com resultados ainda mais impressionantes e, claro, um enorme crescimento científico.
A apresentação em si foi impecável. Slides bonitos, claros e com muita informação visual. Tópicos bem escolhidos, de dentro da tese, para detalhamento. Agradou muito à audiência, assim como à banca. O texto recebeu vários elogios (que, infelizmente, só vou poder conferir pessoalmente depois que receber a versão corrigida!). É, sem dúvidas, o melhor trabalho de doutorado de toda a minha "turma".
Orgulho de ver o quão longe foi, desde lá no técnico de Meio Ambiente do CEFET-Química. A trilha de hoje é, assim, óbvia. A canção dos bardos, que ele me apresentou na época, e que muito tocamos nos violões pelos corredores da escola (até mesmon um sarau de aula de Língua Portuguesa). Acredito que foi o primeiro dedilhado que aprendi a tocar. É uma das minhas canções favoritas de todas, de uma das minhas bandas favoritadas de todas.
Desejo que tenha ainda mais sucesso daqui para frente, porque merece. É mais que um amigo. É uma inspiração para mim, como pessoa e como profissional. Espero, no fim desta Trilha de Doutorando, também poder entregar um trabalho de alto nível, além do meu próprio crescimento profissional e acadêmico. E que a canção dos bardos ainda continue.
"Tomorrow will take us away
Far from home
No one will ever know our names
But the bard's songs will remain
Tomorrow all will be known
And you're not alone
So don't be afraid
In the dark and cold
'Cause the bard's songs will remain
They all will remain"